Voltamos à Rubrica : MÚSICA DA SEMANA
Porque a Vida é um Churrasco... Convido todos a participarem no meu. Os ingredientes são minimalistas mas o resultado pode ser desastroso.
quinta-feira, julho 17, 2008
terça-feira, julho 15, 2008
segunda-feira, julho 14, 2008

Essa vida é um Churrasco... Ainda dentro do tema, inspirado em The National " and all the Wine is all for me..." para quem ainda se lembra de uma (ssssssss) fatídicas garrafas de Muralhas ao som de sapateiras em Alcantara... faz mt tempo que eu comecei a creditar que ..." os homens são como os vinhos... os bons ficam melhores, os maus cada vez piores..."
domingo, novembro 04, 2007
terça-feira, outubro 30, 2007
MÚSICA DA SEMANA::::: Scott Matthews - Elusive Video
Digam-me se isto é mm bom... ou se é tipo James Blunt?!!
quinta-feira, outubro 25, 2007
segunda-feira, outubro 22, 2007
Extremoduro - So payaso
Joder...
Finalmente pra q percebam pq so payaso... Grande som q acompanha bem com Rum Brugal e os pés pelo ar!
terça-feira, junho 19, 2007
quarta-feira, março 14, 2007
sábado, março 10, 2007

Essa vida é um Churrasco... Independentemente donde estés!
Sopra vento em Madrid e o churrasco tem que se abrigar em Lisboa.
Ainda nem lá chegou mas já sente Saudades da Parrillada...
Éfemere mas intensa a viagem em busca do Amor insiste em não sair da Peninsula Ibérica, mas volta à primeira forma... após a aprendizagem e o desarrolllo superior ao expectável a 600 km do Mar!
O Churrasco estará em breve em Lisboa, "Minha Doce Terra Amada".
segunda-feira, janeiro 29, 2007
domingo, janeiro 28, 2007

Essa vida é um Churrasco...
Agimos como negociadores, cedemos sempre, basta amar, passamos a ser gestores de um negócio com a falência anunciada, impomo-nos e exigimos, damos e recebemos. Mas quando não dá? Quando não dá, quando já não temos forças para negociar, quando não temos nada para dar, quando sabemos que não vamos receber, quando já nem sequer exigimos porque sabemos que não está lá.
Quando sofremos os dias, quando já nem temos forças para sonhar, quando não há lugar para entusiasmos nem promessas.
A esperança seca cá dentro, já não reage, só se move para se curvar cada vez mais.
Encolhemos os desejos, as viagens, as datas... vontade de fugir, sabendo que não há forças, que não vamos conseguir.
Desistir é perder, insistir é a demonstração de uma vontade que já não existe, à força dos dias, das horas vamos cambaleantes, cada vez mais desprotegidos dentro de uma casa cinzenta onde o fumo pinta até as coisas que deveriam ser boas. Cada vez há mais fumo, os olhos ficam vermelhos de choro, não conseguimos respirar, fugimos para apanhar outro ar sabendo que temos de voltar.
Quem sabe um dia a janela se abre e o fumo se esvai, mas o fumo nasce ali e cada vez mais se infiltra para outras casas, vem agarrado à roupa, na película dos olhos, começas a descobrir a mesma névoa e o mesmo cheiro quando olhas para os outros, no espelho vez uma cara mascarrada, que só tende a piorar.
Sabes onde está o fogo, que tu próprio acendeste, mas não era para te matar, parecia tão certo, aquele fogo aquecia, fazia-te companhia, enternecia. Agora custa tanto a apagar, ateado no entusiasmo parece que vai arder para sempre. Quando estás perto queima, já vai muito alto. Apagado é nada. É mais escuro que o fumo, apagado só há noite e frio, e o vazio do seu lugar. A única coisa que pode restar são as tuas mãos sujas de carvão, é o cheiro do fumo e não do fogo.
Chegas-te a ele e sopras, queres apagá-lo, sopras com mais força... não consegues, está muito forte, a seguir a cada sopro vem mais forte.
Dás-te por vencido e ficas a olhar para ele, tão lindo e quente.
Oxalá durasse para sempre.
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