quarta-feira, março 14, 2007


Essa vida é um Churrasco...eis 3 brasas!

sábado, março 10, 2007

Essa vida é um Churrasco...

Essa vida é um Churrasco... Independentemente donde estés!

Sopra vento em Madrid e o churrasco tem que se abrigar em Lisboa.

Ainda nem lá chegou mas já sente Saudades da Parrillada...

Éfemere mas intensa a viagem em busca do Amor insiste em não sair da Peninsula Ibérica, mas volta à primeira forma... após a aprendizagem e o desarrolllo superior ao expectável a 600 km do Mar!

O Churrasco estará em breve em Lisboa, "Minha Doce Terra Amada".

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

Essa vida é um Churrasco...

Toledo rula!

Essa vida é um Churrasco...


CRISE DO PETRÓLEO E ENERGIAS RENOVÁVEIS

segunda-feira, janeiro 29, 2007

queyi. musi musi

Estranhos amigos de DEOLINDA... www.myspace.com/deolindalisboa

domingo, janeiro 28, 2007


Essa vida é um Churrasco...
Agimos como negociadores, cedemos sempre, basta amar, passamos a ser gestores de um negócio com a falência anunciada, impomo-nos e exigimos, damos e recebemos. Mas quando não dá? Quando não dá, quando já não temos forças para negociar, quando não temos nada para dar, quando sabemos que não vamos receber, quando já nem sequer exigimos porque sabemos que não está lá.
Quando sofremos os dias, quando já nem temos forças para sonhar, quando não há lugar para entusiasmos nem promessas.
A esperança seca cá dentro, já não reage, só se move para se curvar cada vez mais.
Encolhemos os desejos, as viagens, as datas... vontade de fugir, sabendo que não há forças, que não vamos conseguir.
Desistir é perder, insistir é a demonstração de uma vontade que já não existe, à força dos dias, das horas vamos cambaleantes, cada vez mais desprotegidos dentro de uma casa cinzenta onde o fumo pinta até as coisas que deveriam ser boas. Cada vez há mais fumo, os olhos ficam vermelhos de choro, não conseguimos respirar, fugimos para apanhar outro ar sabendo que temos de voltar.
Quem sabe um dia a janela se abre e o fumo se esvai, mas o fumo nasce ali e cada vez mais se infiltra para outras casas, vem agarrado à roupa, na película dos olhos, começas a descobrir a mesma névoa e o mesmo cheiro quando olhas para os outros, no espelho vez uma cara mascarrada, que só tende a piorar.
Sabes onde está o fogo, que tu próprio acendeste, mas não era para te matar, parecia tão certo, aquele fogo aquecia, fazia-te companhia, enternecia. Agora custa tanto a apagar, ateado no entusiasmo parece que vai arder para sempre. Quando estás perto queima, já vai muito alto. Apagado é nada. É mais escuro que o fumo, apagado só há noite e frio, e o vazio do seu lugar. A única coisa que pode restar são as tuas mãos sujas de carvão, é o cheiro do fumo e não do fogo.
Chegas-te a ele e sopras, queres apagá-lo, sopras com mais força... não consegues, está muito forte, a seguir a cada sopro vem mais forte.
Dás-te por vencido e ficas a olhar para ele, tão lindo e quente.
Oxalá durasse para sempre.
El Escorial
Essa vida é um Churrasco... e quando menos esperas... tás na brasa.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Essa vida é um Churrasco...

Acordou tarde, deviam já ser umas duas horas quando finalmente se conseguiu arrancar da cama. Com movimentos amorfos sentou-se na cadeira preta, cheia de revistas e camisas amassadas. Na boca tinha o gosto do fumo de cigarro misturado com o sabor ácido da Vodka.
Na cabeça não parava de latejar a mesma imagem que o tinha inquietado naquele oblíquo sono de quatro horas.
- Grande puta!

Essa vida é um Churrasco... E este Novo Ano entra torcido... Mas sem esmorecer!

quarta-feira, dezembro 20, 2006


Essa vida é um Churrasco... Mas este Natal tem Pata Negra!!
FELIZ NATAL

domingo, dezembro 17, 2006


Essa vida é um Churrasco...

domingo, dezembro 03, 2006

Essa vida é um Churrasco... Lisboa começa a ser aquela mulher de quem te divorcias-te à pouco tempo. Lembra-te muita coisa boa, mas também muita coisa má. Assustam os reencontros, Lisboa pode ser óptimo ou péssimo... em cima das sete colinas e algumas mais nos arredores há um novelo de sentimentos que não se sabe onde vão desaguar, mas que de vez em quando sobem o Tejo acima e cruzam a fronteira.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Essa vida é um Churrasco... Alguém Conhece um Lúcio Lopes?

-Lúcio, tas a perder o juízo… pensa em coisas normais, pá!
Levantou-se do banco, com a sensação clara que devia ficar mais um pouco.
- Ir embora, para quê? Para onde?
De pé deu uma volta sobre si mesmo e voltou a sentar-se. Aproximava-se um grupo de turistas com o ar típico de espanholas.
Saiu a passo rápido quando se apercebeu do ridículo que era estar ali, com aquela vista magnifica sobre o rio a apreciar um grupo de estudantes espanholas.
É claro que se arrependeu da fuga.
Há já algum tempo que tinha desistido de andar com o telemóvel, quando se lembrava dele e de como lhe fazia falta para ligar a alguém ou mandar uma mensagem, sentia-se vitorioso em deixá-lo em casa. Parece que esta tinha sido a sua única vitória nesta grande derrota… Fartou-se de incomodar os outros, de telefonar nos momentos mais constrangedores… cansou-se de ser arrastado para universos ainda mais negros por um simples conjunto de letras abreviadas e escritas à pressacom o polegar e sem nenhuma utilidade aparente.
Foi só depois de muitos tiros ao lado e depois de ter perdido completamente o jeito e o tacto para a coisa que tomou esta decisão. Acabaram-se as mensagens e os telefonemas a meio da noite ou ao Domingo à tarde. Hoje o seu telemóvel tinha um papel bastante mais ajustado e secundário que em outros tempos, todavia continuava a respeitá-lo e eram várias as vezes durante o dia em que o sentia e verificava se alguém tinha ligado ou coisa no género. Agora que o telefone ficava em casa parece que o tempo esticava…Passava o tempo à espera dos amigos no café ou à porta do cinema.
Invariavelmente diziam-lhe: - Ainda tentei ligar-te!
Uma das vantagens era aparecer de surpresa num lado qualquer onde desconfiava que um amigo ou amiga ia estar… Terá sido das poucas pessoas que se apercebeu que com os telemóveis a surpresa e a sorte se tinha acabado. Sorte porque chegava a ir a dois ou três bares em lados opostos da cidade e a sorte não lhe trazia ninguém conhecido… mas nem sempre era assim.
Embora com 32 anos sentia-se tão velho como aquele velho marco do correio com a tinta vermelha a estalar.
O que mais lhe custava entre passeios errantes de tardes de Domingo e saídas à noite totalmente infrutíferas, eram as noites… a cama assustava-o, dormir começou a ser um bem tão precioso como a sua própria sanidade.
Claro que havia noites mais complicadas que outras e entre estas formavam-se ciclos com requintes de malvadez. Aos fins-de-semana então era mesmo para esquecer, podia deitar-se naquela cama grande e vazia às horas que quisesse…custava a adormecer, ficava ansioso suplicava por descanso… adormecia e passadas 2 horas despertava. Rodopiava na cama, doía-lhe o corpo, tinha movimentos involuntários do corpo… respirava aceleradamente… exasperava… aconteciam-lhe praticamente todas as funcionalidades do corpo, menos dormir… espirrava, tinha calor, fome, sede… tudo.
E isto apenas em termos meramente fisiológicos porque pela sua cabeça passavam os mais estúpidos pensamentos por onde nunca ninguém tinha ousado divagar… juntando a isto o ciúme e a frustração que habitualmente se deitavam com ele…
Ás vezes tinha mesmo de se levantar às 4, 5 da manhã pegar no carro e ir dar uma volta para queimar alguma daquela energia que se lhe ia acumulando no corpo e se enrodilhava nos lençóis.
Saía envergonhado com o nascer do sol, pedia pelo menos não encontrar nenhum vizinho ou alguém conhecido que o obriga-se a inventar uma ida à pesca, ou uma viagem prá terra. Até porque nunca sabia a que horas ia voltar e também não era a primeira vez que entrava no carro enfiava a chave no canhão e não conseguia ir a lado nenhum, todos os sítios lhe pareciam ridículos… trancava o carro e dizia ao vizinho que se tinha esquecido do isco no frigorífico.
- A vida não devia ser assim tão complicada.
Mas já nem tinha a noção se estava a exagerar ou se o que lhe estava a acontecer era mesmo uma granda merda que tendia a não desaparecer.
Não culpava ninguém por este desastre e nem era dos mais pessimistas tendo em conta o número de noites consecutivas que dormia sozinho. Dizia que apenas não tinha tido sorte… mas no fim acrescentava que mesmo assim não se podia queixar.

domingo, novembro 12, 2006


Essa vida é um Churrasco... S. Martinho em Madrid ronda o insólito por vários motivos... não comi castanhas e água-pé nem se fala... frente ao palácio assiste-se a um concerto religioso onde os bispos sacam da boina e põem-se a dançar con una marcha que te cagas!!!
Como se não fosse suficiente assisto à trashumancia, umas ovelhitas em viagem que insistem em atravessar o Centro da cidade...
Em Madrid está tudo de passagem e mais dia menos dia também virás parar aqui.

domingo, novembro 05, 2006

Essa vida é um Churrasco...em todos os sentidos.
Todavia a Bjork portuguesa aliviou a tensão, na Sala das Colunas, no Circulo de Bellas Artes... cruzei olhares com a Manuela, sempre cénica e eléctrica. Deu orgulho em ser português e partilhar uma lingua com palavras tão geniais e familiares. 14 anos de histórias desde o velhino Problema de Expressão até Dançar na Corda Bamba. Viva os Clã!!!

domingo, outubro 15, 2006


Essa vida é um Churrasco... Figure Match!

Essa vida é um Churrasco... MADRID QUANTO MAIS ME BATES MAIS EU GOSTO DE TI.

domingo, outubro 01, 2006

Essa vida é um Churrasco...Imaginem um Centro Comercial antigo ao ar livre, em obras interminàveis, com cheiro a fritos, esgoto e perfume, as lojas com estilo, tipo antigas... corredores largos... Cheio de gente como na véspera de Natal mas não há prendas e está calor, em vez de Pais Natal abundam as prostitutas e misturam-se em harmonia... ouvem-se cigarras artificiais em todo o lado. Assim è Madrid.

sábado, setembro 30, 2006

Essa vida é um Churrasco...O meu ja chegou a Madrid!! Que se foda a Parrillada! Potugal e LINDO! E o Churrasco tb!!